{"id":6250,"date":"2022-04-28T10:33:36","date_gmt":"2022-04-28T13:33:36","guid":{"rendered":"https:\/\/mad.slzmais.com.br\/?p=6250"},"modified":"2024-05-07T11:51:48","modified_gmt":"2024-05-07T14:51:48","slug":"quilombos-do-maranhao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/museuafro.ufma.br\/?p=6250","title":{"rendered":"QUILOMBOS DO MARANH\u00c3O"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Quilombo origina-se da l\u00edngua Bantu, remete a palavra<i> kilombo<\/i>, que significa lugar de pouso ou acampamento. No Brasil Colonial a palavra <i>kilombo<\/i> passou a ser utilizada para denominar os locais em que negros fugidos ou envolvidos em movimentos pol\u00edticos de liberta\u00e7\u00e3o dos escravos, encontravam morada e acolhimento ao serem perseguidos. Da\u00ed, origina-se o termo <i>quilombola<\/i> e <i>comunidades quilombolas<\/i>, cujas caracter\u00edsticas s\u00e3o uma forte e atuante ancestralidade africana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Estado do Maranh\u00e3o, que juntamente com a Bahia e o Rio de Janeiro s\u00e3o os estados brasileiros que receberam o maior contingente de escravos, \u00e9 formado por diversas comunidades quilombolas. Esta galeria intitulada \u201cQuilombos do Maranh\u00e3o\u201d, retrata o cotidiano de algumas dessas in\u00fameras comunidades no Estado do Maranh\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O primeiro verbete, intitulado <strong>Quilombos do Maranh\u00e3o<\/strong> se constitui de fotos produzidas durante grava\u00e7\u00f5es do document\u00e1rio Kilombos, de autoria de Jos\u00e9 Ribamar P. do Nascimento retrata algumas comunidades quilombolas do Maranh\u00e3o, em fotografias tiradas no per\u00edodo de filmagem do document\u00e1rio, retrata a vida cotidiana \u2013 trabalho, devo\u00e7\u00e3o religiosa, artefatos&nbsp; da vida dom\u00e9stica e aspectos culturais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O segundo verbete, intitulado <strong>Cotidianos Quilombolas Maranhenses<\/strong> da fot\u00f3grafa Reinilda de Oliveira Santos, retrata tamb\u00e9m o cotidiano de diversas resid\u00eancias quilombolas, utens\u00edlios dom\u00e9sticos e devo\u00e7\u00e3o religiosa.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 18pt;\"><strong>Quilombos do Maranh\u00e3o&nbsp;<\/strong><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jos\u00e9 Ribamar Pereira do Nascimento. Fot\u00f3grafo, documentarista, graduado em Hist\u00f3ria pela Universidade Federal do Maranh\u00e3o. Participou da produ\u00e7\u00e3o do document\u00e1rio <em>Kilombo.<\/em><\/p>\nngg_shortcode_0_placeholder\n<p><strong>Mais informa\u00e7\u00f5es:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As fotos foram realizadas durante as grava\u00e7\u00f5es do document\u00e1rio Kilombos, filmado principalmente do Maranh\u00e3o, mas tamb\u00e9m em Cabo Verde e na Guin\u00e9-Bissau, promovido pela ONG portuguesa Instituto Marqu\u00eas Vale de Flor (IMVF), em parceria com organiza\u00e7\u00f5es locais.<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es em:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pt.globalvoices.org\/2012\/03\/28\/brasil-kilombos-documentario\/\">https:\/\/pt.globalvoices.org\/2012\/03\/28\/brasil-kilombos-documentario\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=kNuT8233CdM\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=kNuT8233CdM<\/a><\/p>\n<pre><strong>Curadoria:<\/strong>\r\nMarilande Martins Abreu \r\nReinilda de Oliveira Santos\r\nJos\u00e9 Ribamar Perreira do Nascimento<\/pre>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 18pt;\"><strong>Museu Meu Quilombo Minha Hist\u00f3ria<\/strong><\/span><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">O museu <strong>Meu Quilombo Minha Hist\u00f3ria<\/strong> foi um dos resultados do <em>Projeto de pesquisa e inventario de refer\u00eancias culturais<\/em>, constru\u00eddo de forma participativa (equipe de pesquisa e lideran\u00e7as das comunidades), que mapeou os modos de ser, fazer, celebrar e saber de nove comunidades quilombolas do Maranh\u00e3o: Cariongo, Vila F\u00e9 em Deus, em Santa Rita; Carro Quebrado, Queluz e Pedrinhas, em Anajatuba, e Canta Galo, Outeiro dos Nogueiras, Jaibara dos Nogueiras e Pedrinhas Clube de M\u00e3es, em Itapecuru-Mirim, no per\u00edodo de 02\/10\/2018 a 02\/04\/2019. Em atendimento ao edital lan\u00e7ado pelo Instituto de Pol\u00edticas Sustent\u00e1veis do Maranh\u00e3o (INSPOSUMA) e materializado pela Associa\u00e7\u00e3o Cultural P\u00e9 no Ch\u00e3o, atrav\u00e9s dos pesquisadores Andr\u00e9a Fraz\u00e3o, Cida Mac\u00eado, Jandir Gon\u00e7alves (coordenador), Reinilda Oliveira e Silvia Diniz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O espa\u00e7o foi constru\u00eddo com objetos feitos pelos sujeitos que vivem nas comunidades e que lhes d\u00e3o o devido significados, uma vez que representam os conhecimentos e modos de fazer enraizados no cotidiano de cada comunidade. As pe\u00e7as s\u00e3o oriundas dos saberes associados a atividades, t\u00e9cnicas, of\u00edcios e mat\u00e9rias-primas locais. Trata-se da apreens\u00e3o dos saberes e dos modos de fazer relacionados \u00e0 cultura, mem\u00f3ria e identidade.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>Quilombo Canta Galo\/Itapecuru-Mirim<\/strong><\/span><\/h4>\nngg_shortcode_1_placeholder\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quilombo origina-se da l\u00edngua Bantu, remete a palavra kilombo, que significa lugar de pouso ou acampamento. No Brasil Colonial a palavra kilombo passou a ser utilizada para denominar os locais em que negros fugidos ou envolvidos em movimentos pol\u00edticos de liberta\u00e7\u00e3o dos escravos, encontravam morada e acolhimento ao serem perseguidos. 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